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Aeronáutica

Turbina Tietê TJ-2

A Subdivisão de Propulsão (ASA-P) do CTA possui uma equipe que atua na área de turbinas a gás, cuja capacitação foi iniciada em meados dos anos setenta através do Projeto Turbinas. Dentro desse grande projeto, que possuía características de programa, foram realizados projetos de desenvolvimento e aplicação de turbinas a gás de pequena e média potência, em grupos geradores de eletricidade, utilizados como: unidade de partida em aeronaves, unidades de emergência ou unidades de geração contínua de eletricidade primária ou secundária. Foi desenvolvida também a tecnologia de utilização de álcool hidratado pelas turbinas a gás, em substituição ao querosene ou diesel, seguindo os objetivos do Programa do Álcool (PROALCOOL), em resposta a Crise de Petróleo instalado durante aqueles anos.

 

Em 1982 a ASA-P foi procurada pela Companhia Brasileira de Tratores (CBT), que estava desenvolvendo uma aeronave não tripulada e necessitava de um propulsor com empuxo da ordem de 300N, surgindo então à possibilidade de se desenvolver uma turbina de pequena potência. Esta turbina deveria ter como características baixo custo e boa facilidade de fabricação. A ideia foi desenvolver um turbo jato utilizando componentes rotativos de turbo alimentadores de motores diesel escolhidos no mercado nacional, e todas as outras peças principais projetadas no CTA, tais como: difusores do compressor, os estatores da turbina, a câmara de combustão e os bicos atomizadores, utilizando materiais e ferramentas disponíveis no Brasil. Foram fabricados 02 (dois) protótipos do motor, sendo que um deles ficou de posse da CBT. O protótipo que ficou com a ASA-P funcionou no banco de ensaios, construído no CTA para o desenvolvimento desse motor, por mais de 200 horas, acumulando mais de 500 ciclos de partida.

Os resultados obtidos nos ensaios foram bastante satisfatórios, atingindo um desempenho medido bem próximo ao previsto na fase de projeto, equiparando-se a similares existentes no mercado externo. A CBT, por problemas internos, não voou a aeronave e o projeto conjunto foi encerrado. Foi previsto inicialmente o emprego desse motor como propulsor de uma aeronave não tripulada pilotada remotamente. Posteriormente, com a paralisação do projeto da aeronave da CBT, verificaram-se outras aplicações, sendo que a principal foi o desenvolvimento de um banco de ensaios didáticos, o que despertou o interesse de outra empresa de São Carlos. Porém, não se conseguiu financiamento para prosseguir o Projeto.

 

Fonte:

http://www.iae.cta.br/ASA/asa-p/turbina.html

Acesso em novembro de 2002